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247 - O ex-ministro do governo Lula e um dos fundadores do PT, Luiz Gushiken, está nos últimos dias de uma árdua luta contra um câncer. Mas faz isso de maneira corajosa. No Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde está internado, ele recebe amigos, conversa sobre o passado e o presente. De acordo com o relato do jornalista Paulo Nogueira, ex-diretor da Abril, “serenamente”.
Nos últimos tempos, ele toma doses frequentes de morfina para suportar as dores lancinantes.
Apesar das dificuldades, Gushiken segue recebendo visitas de amigos e velhos companheiros do PT, partido que ajudou a fundar e consolidar, como se quisessem se despedir desse militante que começou a vida política atuando no Sindicato dos Bancários de São Paulo.
No sábado (7), recebeu dirigentes sindicais, o ministro Aloizio Mercadante (Educação) e o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, como ele réu no processo do mensalão – no entanto, Gushiken foi excluído do processo por decisão do relator do caso, ministro Joaquim Barbosa, atual presidente do Supremo Tribunal Federal, que não encontrou elementos que o ligassem à corrupção no governo Lula. Nesses encontros, tem dito que o julgamento do mensalão é uma “fase heroica” do partido. Ele recebeu também a visita do senador Eduardo Suplicy (SP).
É longa a luta de Gushiken: a doença já havia sido diagnosticada quando ele ocupou os cargos de ministro e Comunicação Social e também chefiou a área de Assuntos Estratégicos do primeiro governo Lula.
247 - O ex-ministro do governo Lula e um dos fundadores do PT, Luiz Gushiken, está nos últimos dias de uma árdua luta contra um câncer. Mas faz isso de maneira corajosa. No Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde está internado, ele recebe amigos, conversa sobre o passado e o presente. De acordo com o relato do jornalista Paulo Nogueira, ex-diretor da Abril, “serenamente”.
Nos últimos tempos, ele toma doses frequentes de morfina para suportar as dores lancinantes.
Apesar das dificuldades, Gushiken segue recebendo visitas de amigos e velhos companheiros do PT, partido que ajudou a fundar e consolidar, como se quisessem se despedir desse militante que começou a vida política atuando no Sindicato dos Bancários de São Paulo.
No sábado (7), recebeu dirigentes sindicais, o ministro Aloizio Mercadante (Educação) e o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, como ele réu no processo do mensalão – no entanto, Gushiken foi excluído do processo por decisão do relator do caso, ministro Joaquim Barbosa, atual presidente do Supremo Tribunal Federal, que não encontrou elementos que o ligassem à corrupção no governo Lula. Nesses encontros, tem dito que o julgamento do mensalão é uma “fase heroica” do partido. Ele recebeu também a visita do senador Eduardo Suplicy (SP).
É longa a luta de Gushiken: a doença já havia sido diagnosticada quando ele ocupou os cargos de ministro e Comunicação Social e também chefiou a área de Assuntos Estratégicos do primeiro governo Lula.
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