sexta-feira, 18 de julho de 2014

Doenças comuns em aves caipiras

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É muito importante que o avicultor tome cuidado com algumas doenças comuns à galinha e ao frango caipiras criados em sua propriedade.

O manejo sanitário é a limpeza e a desinfecção das instalações e dos equipamentos do aviário onde se cria galinha caipira é de fundamental importância na prevenção de enfermidades nas aves. 
]De preferência, um lote de frango caipira não deve utilizar a mesma cama de outro lote, pois os riscos de contaminação das aves são enormes. 
É mais vantajoso fazer a remoção da cama, que pode ser vendida como esterco. 
Removida a cama, a área deve ser limpa e desinfectada com uma solução de formol a 5%. É muito importante eliminar os focos de contaminação do lote anterior para evitar o surgimento de doenças, que prejudicam a produção das galinhas caipiras.

Além disso, “o avicultor precisa ter um bom conhecimento dos problemas sanitários de sua região, evitando desperdício de tempo e dinheiro com medicamentos desnecessários ou, ao contrário, deixando de prevenir doenças de difícil e oneroso controle.
Em regime semiconfinado ou semi-intensivo, o ambiente apresenta-se muito menos estressante que em uma granja convencional .No entanto, deve-se tomar cuidado com algumas doenças comuns à galinha e ao frango caipiras e a outras doenças típicas do manejo semiconfinado. Vamos ver uma delas.

Varíola ou Bouba Aviária
É muito conhecida como caroço ou pipoca, em virtude dos nódulos que se formam na face, crista, barbelas e outras partes expostas das aves, assemelhando-se a crostas ou verrugas, além de falsas membranas no trato digestivo e respiratório. Disseminada por mosquitos, é uma doença virótica, mais comum nos meses mais quentes, tendo como características, além das lesões, a falta de apetite, sonolência e aumento de mortalidade da galinha e frango caipiras.

Controle

Uma vez instalada, não possui tratamento eficaz, restando ao avicultor tratar as lesões com tintura de iodo glicerinado e antibióticos em água de bebida para evitar infecções secundárias. Deve-se, portanto, preveni-la com vacinação no primeiro dia de vida. Poedeiras receberão ainda outra dose da vacina, a “bouba forte”, na membrana da asa. Isto se dá com sete ou oito semanas de vida, repetindo-se após seis meses. 

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