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A estiagem e a invasão da mosca-branca prejudicaram o cultivo de caju no município
de Serra do Mel. De acordo com a Cooperativa dos Beneficiadores Artesanais de Castanha de Caju do Rio Grande do Norte (COOPERCAJU), integrada por 83 famílias da cidade, este ano, a expectativa é que a produção de castanha não chegue a 10% do volume médio atingido em ano de bom inverno.
De acordo com João Duarte, presidente da cooperativa, quando há regularidade de chuvas, a produção alcança o patamar de 15 mil toneladas. A estiagem deixou as famílias desanimadas. Para elas, é desolador ver que o potencial da Serra sucumbiu diante da escassez de chuvas. “Com três anos de seca, já morreram muitos cajueiros. Tiveram que derrubar muitos pés. A estiagem também traz consigo a mosca-branca que deixa o cajueiro arruinado”, disse João.
O presidente da Coopercaju explica que, no município, predomina o cultivo do “cajueiro gigante”, uma espécie que precisa de muita água. Segundo ele, o tipo denominado “cajueiro anão precoce” consegue produzir com quantidade inferior de chuvas, mas ainda corresponde a uma parcela pequena nas plantações de Serra do Mel. A castanha é o forte do município para vendas no mercado, uma vez que as famílias produtoras não conseguem beneficiar o caju. De acordo com João Duarte, para cada 1000 quilos de castanha, são perdidos 9000 quilos de caju. Habitualmente, a safra acontece de outubro a janeiro.
Gazeta do Oeste
Apesar da baixa produção agricultor, insiste em colher castanhas – Foto Ednilto Neves
de Serra do Mel. De acordo com a Cooperativa dos Beneficiadores Artesanais de Castanha de Caju do Rio Grande do Norte (COOPERCAJU), integrada por 83 famílias da cidade, este ano, a expectativa é que a produção de castanha não chegue a 10% do volume médio atingido em ano de bom inverno.
De acordo com João Duarte, presidente da cooperativa, quando há regularidade de chuvas, a produção alcança o patamar de 15 mil toneladas. A estiagem deixou as famílias desanimadas. Para elas, é desolador ver que o potencial da Serra sucumbiu diante da escassez de chuvas. “Com três anos de seca, já morreram muitos cajueiros. Tiveram que derrubar muitos pés. A estiagem também traz consigo a mosca-branca que deixa o cajueiro arruinado”, disse João.
O presidente da Coopercaju explica que, no município, predomina o cultivo do “cajueiro gigante”, uma espécie que precisa de muita água. Segundo ele, o tipo denominado “cajueiro anão precoce” consegue produzir com quantidade inferior de chuvas, mas ainda corresponde a uma parcela pequena nas plantações de Serra do Mel. A castanha é o forte do município para vendas no mercado, uma vez que as famílias produtoras não conseguem beneficiar o caju. De acordo com João Duarte, para cada 1000 quilos de castanha, são perdidos 9000 quilos de caju. Habitualmente, a safra acontece de outubro a janeiro.
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