Do facebook de Henrique Baltazar
Antes que surjam versões distorcidas, prefiro mostrar detalhes.
Além do que mostra a reportagem, esclareço que tenho algumas armas em casa, sendo todas registradas. Minha esposa é agente penitenciária, tem arma própria e sabe atirar, o que não foi necessário,
porque os bandidos não conseguiram passar do portão quando meu filho começou atirar neles, o que fez logo que o primeiro deles surgiu, com uma pistola na mão. Onde se posicionou, ela atiraria se o bandido tivesse passado do portão. Toda minha família sabe atirar, sendo, aliás, o tiro, um esporte que praticamos juntos há muitos anos (alguns troféus são guardados com carinho), sendo a situação enfrentada com responsabilidade. Não havia A preocupação maior era salvar a veterinária que era refém dos bandidos, sendo os demais tiros disparados de forma que os assaltantes fugissem e ela pudesse entrar em casa, o que aconteceu. Um deles atirou nela, mas como estava sob fogo não pode apontar e errou o tiro, apesar dela ter sido levemente ferida por um estilhaço. Respeito todos que acham que armas não garantem a segurança, mas acredito firmemente no direito de legítima defesa de todo cidadão. No meu caso, as armas em casa e comigo já salvaram minha vida e meu patrimônio algumas vezes, e continuaram sendo a última linha de defesa, quando o Estado fracassa. Lamento a insegurança pela qual passam os potiguares. As estatísticas mostram leve diminuição dos homicídios, mas os crimes patrimoniais se multiplicam, enquanto o sistema prisional, estraçalhado, não consegue manter presos os criminosos capturados.
porque os bandidos não conseguiram passar do portão quando meu filho começou atirar neles, o que fez logo que o primeiro deles surgiu, com uma pistola na mão. Onde se posicionou, ela atiraria se o bandido tivesse passado do portão. Toda minha família sabe atirar, sendo, aliás, o tiro, um esporte que praticamos juntos há muitos anos (alguns troféus são guardados com carinho), sendo a situação enfrentada com responsabilidade. Não havia A preocupação maior era salvar a veterinária que era refém dos bandidos, sendo os demais tiros disparados de forma que os assaltantes fugissem e ela pudesse entrar em casa, o que aconteceu. Um deles atirou nela, mas como estava sob fogo não pode apontar e errou o tiro, apesar dela ter sido levemente ferida por um estilhaço. Respeito todos que acham que armas não garantem a segurança, mas acredito firmemente no direito de legítima defesa de todo cidadão. No meu caso, as armas em casa e comigo já salvaram minha vida e meu patrimônio algumas vezes, e continuaram sendo a última linha de defesa, quando o Estado fracassa. Lamento a insegurança pela qual passam os potiguares. As estatísticas mostram leve diminuição dos homicídios, mas os crimes patrimoniais se multiplicam, enquanto o sistema prisional, estraçalhado, não consegue manter presos os criminosos capturados.
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