Quando jogadores pediram para que ela fosse auxiliar de seu pai, árbitro de futebol amador, Ana Paula Oliveira não imaginava que sua vida se transformaria. Ela não só atuou nos principais campeonatos do Brasil, como virou a “bandeirinha musa”. A partir daí, surgiram os convites mais diferentes para a paulista que hoje tem 37 anos.
Capa de revista masculina, trabalhos como comentarista em TVs e rádios, convites para eventos e empregos na CBF fizeram de Ana Paula uma personalidade do meio esportivo. A trajetória também inclui erros decisivos como auxiliar de arbitragem e a revolta de torcedores que lhe custou sua participação em um reality show.
Ana Paula Oliveira virou bandeirinha da federação
paulista em 1998, ano em que completou 20 anos. Três anos depois, já atuava em partidas da elite do Brasileiro e do Paulista. Ganhou o rótulo de “bandeirinha musa”. Atuou nas Olimpíadas de Atenas, em 2004. Mas em 2007 dois erros decisivos contra o Botafogo, na semifinal da Copa do Brasil, lhe renderam um afastamento.
paulista em 1998, ano em que completou 20 anos. Três anos depois, já atuava em partidas da elite do Brasileiro e do Paulista. Ganhou o rótulo de “bandeirinha musa”. Atuou nas Olimpíadas de Atenas, em 2004. Mas em 2007 dois erros decisivos contra o Botafogo, na semifinal da Copa do Brasil, lhe renderam um afastamento.
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